Candidata laranja do PSL fugiu para o exterior



A Polícia Federal intimou para comparecer a delegacia as mulheres que teriam permitidos que seus nomes fossem utilizados como candidatas- laranjas do PSL em Minas Gerais nas eleições do ano passado.
A principal suspeita, está no exterior, com medo de represária. Segundo um policial, ela saiu do país, mas já informou a Polícia Federal que retornará ao Brasil para prestar os esclarecimentos necessários. A apuração do caso ainda se encontra  nas preliminares. Pela lei, a Polícia Federal só pode abrir inquérito sobre o assunto a pedido da Justiça Eleitoral.
No início do mês, a “Folha de S. Paulo”  trouxe a informação que quatro candidatas do PSL do estado de Minas Gerais,  teriam sido usadas como laranjas, numa estrutura montada pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio . Na época, ele ocupava a presidência do PSL no estado, em que aconteceram as supostas fraudes. Segundo o jornal, as quatro candidatas receberam R$ 279 mil durante a campanha e, mesmo assim, receberam pouco mais de dois mil votos.
Parte dos recursos repassados às candidatas teria sido repassado para empresas de pessoas com vínculo com o ministro do Turismo.
Não há, até o momento, indicativo de que as candidatas tenham mesmo feito campanhas eleitorais que justificassem os gastos com o dinheiro público repassados a elas com base nas regras eleitorais.
Para investigadores, a melhor alternativa para começar o botar o caso em pratos limpos seria a intimação das suspeitas. Mas, como não há inquérito aberto, a polícia se limitou a fazer os convites.
Acompanhe o vídeo




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