Doutor Camargo - Casas populares entregues no ano passado causa revolta em mutuários




Adquirir um teto é o sonho e um direito da classe operária no país, já dizia um velho ditado, “casa quer casa”. O que não dá o direito de empresários e classe política de brincar e usurpar esse sonho do povo trabalhador.

Seguindo essa linha de pensamento, na cidade de Doutor Camargo, na região noroeste do estado do Paraná, há 30 km de Maringá, foi lançado com festa o financiamento e o início da construção de um conjunto de casas populares, na reta final da administração de Sérgio Borges do Reis, à época, prefeito.

Mais de 190 casas, a partir daquele momento, começava a fazer parte do cotidiano dos camarguenses; num terreno a margem da rodovia PR 551, que liga Doutor Camargo a Ivatuba.

Após a aprovação dos cadastros e o financiamento aprovados pela Caixa Econômica Federal, a construtora Japurá começou a construir as casas populares.

Na entrega das unidades, que aconteceu no ano passado, a maioria dos mutuários, reclamaram das qualidades e colocaram duvidas o material usado, parece que as casas não seguiram um padrão de qualidade exigida pela caixa econômica.

Em e-mail, o órgão financiador informou a um dos mutuários, que as casas teriam muros de arrimo, mas não disseram a qualidade que iriam entregar, os mutuários caíram num conto do vigário. Os tais muros de arrimos, parece que foram construídos por amadores e projetados por quem não entende do assunto, a grande maioria estão com falhas sem o terreno compactado.

A Caixa Econômica também havia informado que as casas não iriam terem lajes e que os forros seriam de PVC e com manta térmica; ao entregarem as unidades habitacionais, estavam sem o revestimento térmico, conforme havia sido aprovado pelo órgão financiador.

Os mutuários foram informados que após a entrega, iria ser feito uma vistoria pela família e caso houvesse ajuste a construtora executaria os ajustes necessários, detalhe que não aconteceu.
Problemas apresentados.

A maioria das torneiras, não está saindo agua, a construtora colocou uma caixa para armazenar água em cada unidade e os mutuários são obrigados a colocar uma bomba de pressão que custa cerca de R$100,00 cada uma.

Outra reclamação é com relação ao piso que está infiltrado e parece que não vai ter vida longa.  Conforme consta no projeto apresentado.





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