Mandaguaçu - Julgamento do homem que matou a mulher em condomínio fechado acontece amanhã

Na foto, Aparecido Alves da Silva, que após uma briga acabou atirando na mulher dele.

Na terça-feira (18) vai ter o desfecho do crime que aconteceu em Mandaguaçu que abalou a região noroeste, da forma que foi tratado pela imprensa sensacionalista e que não ouviu o outro lado; onde Aparecido Alves da Silva (52 anos) disparou tiros contra Célia Simone Ligeiro Silva (41 anos), a genitora de seus filhos. O crime aconteceu no dia 20 de outubro de 2016, num condomínio residencial localizado às margens da BR 376. Conforme afirma alguns, em nenhum momento, o autor dos disparos tentou fugir ou mesmo resistir a prisão

Após a discussão entre o casal, Célia Somoni Ligeiro Silva, não conseguiu escapar dos disparos e acabou falecendo horas mais tarde, no hospital Santa Rita em Maringá.

O motivo da briga até o momento, não veio a público, mas conversando com pessoas em Mandaguaçul, foi possível descobrir que a mulher traia o marido e mantinha um triangulo amoroso, com o catequista de um dos filhos do casal e também policial. Pelo que foi levantado, o amante integrava a equipe da polícia militar e aparentava ter a musculatura desenvolvida e um tapa do indivíduo poderia desmontar Aparecido Alves da Silva.  

No momento da discussão acalorada, a mulher jogou a verdade na cara do homem com a intenção de humilhar o ex-companheiro e com a vergonha, foi levado ao desespero. Não aguentando a pressão disparou o revolver contra a mulher.

Segundo informações, Aparecido Alves da Silva, nunca teve problemas com a polícia e sempre foi um cidadão cumpridor de seus direitos e apaixonado pela companheira. 

No julgamento que acontece na Câmara Municipal de Mandaguaçu, as 8 horas, a verdade vai vir à tona e o véu da santa vai ser tirado. Quem viver verá

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