Raquel Dogge entra com mandato de segurança contra decisão de Gilmar Mendes para livrar Beto Richa da prisão



Numa sociedade justa e igualitária, a justiça tem que punir quem comete um deslize em suas vidas. O problema é que algumas pessoas que têm condições de bancar advogados famosos e experientes, que conhecem os atalhos para ir enrolando o judiciário para que os processos cheguem a prescrever e o cidadão acaba livre, com dinheiro na conta bancária e rindo de todos.

No caso do estado do Paraná, Beto Richa foi preso durante a campanha para o senado e após 3 dias foi liberado por um Habeas Corpus assinado por Gilmar Mendes colocando o ex-governador na rua. O advogado alegou em oficio, que ele foi conduzido coercitivamente para esclarecer as autoridades sobre as investigações em curso do seu governo.

Os eleitores do Paraná, por sua vez, deram o troco e não votaram no então candidato ao senado, deixando fora de uma eleição que estava garantida, era o que apontavam os institutos de pesquisas em todo o estado.

Em análise de documentação, a Procuradora Geral da União, ” considera que a concessão de habeas de ofício no âmbito da ADPF 444, que beneficiou ex-governador do Paraná alvo da Operação Radiopatrulha, 'fere princípios do devido processo legal e do juiz natural'”
Por esse motivo, A procuradora-geral, Raquel Dodge, propôs mandado de segurança contra decisões do ministro Gilmar Mendes que revogaram prisões provisórias do ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) e de outros investigados da Operação Radiopatrulha e de outras pessoas que pediram a extensão da medida.

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