Erro médico cometido em hospital de Maringá chega ao Conselho Nacional de Medicina



Jonas Lourenço, proprietário da Estância Reino Encantado, que fica no distrito de Água Boa, no município de Paiçandu, acaba de fazer uma transmissão ao vivo direto do distrito federal, informando os internautas que vem acompanhando a sua luta por justiça, no caso do erro médico de que comprometeu a vida de seu filho Jonathan Lourenço Batista, que nasceu com sequela, devido um erro médico em 29 de março de 2013.

“Minha esposa foi vítima de violência Obstétrica nas dependências da Maternidade Santa Rita em Maringá, hospital de referência em toda a região noroeste do Paraná” – denuncia.

A consequência da barbeiragem, permitiu que o filho do casal nascesse morto e teve que ser reanimado por 30 minutos para voltar a vida. No relato emocionado, ele relata que o quadro clinico comprometido da criança é assistido por 18 médicos de diversas especialidades e o comprometimento é vitalício.

 Por falta de cuidados profissionais, o monitoramento do bebe não foi realizado e a criança entrou em sofrimento fetal, causando uma série de problemas que vai ser obrigado a carregar por toda a sua vida.

“Meu filho nasceu morto e foi reanimado e permaneceu por 72 dois dias na Unidade de Terapia Intensiva, entre a vida e a morte, o comprometimento é por toda a vida. Ele não anda, não fala, não enxerga e nem ouve. “

O médico que cometeu o crime foi julgado hoje pelo Conselho Nacional de Medicina e deve pagar pelas sequelas deixadas na criança por falta de atendimento médico e não ser inocentado, conforme aconteceu no Conselho Regional de Medicina do Paraná.

Para Jonas Lourenço a vitória não é só dele, representa uma grande parcela de pessoas que sofreram e sofrem em todo o país, por conta de um erro médico.

Em um vídeo publicado em uma rede social, ele desabafa e diz que, “a vida do meu filho foi comprometida por R9.000.00 se tivessem cobrado, eu teria pago.”

No vídeo, o pai diz que quer justiça e não aceita o que ouve em Curitiba, onde o Conselho Regional de Medicina agiu com cooperativismos e absorveram o médico como se não tivesse acontecido nada.
O erro do médico está comprovado nos autos processuais e o profissional pagou para não ir pro rol dos culpados, fez uma transação penal.







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