Ciclovias contarão com uma rede de mais de 40 km até final de 2019


A Prefeitura de Maringá investe R$ 2,3 milhões para implantação de 7,8 quilômetros de ciclovias que interligam as regiões leste-oeste e norte-sul. Junto aos mais de 30 quilômetros já existentes, o município contará, até o final de 2019, com mais de 40 quilômetros de vias destinadas exclusivamente aos ciclistas.

A ampliação da rede iniciada em 1979, quando recebeu sua primeira ciclovia no trecho de ligação de Maringá à Sarandi (marginal à avenida Colombo e com projetos de recuperação), avançará com 1,7 quilômetro sobre o canteiro central da Avenida Horário Raccanello Filho. Desde o cruzamento com a Avenida Pedro Taques - na região da Zona 10 - até a Avenida Paraná, as pistas bidirecionais são conectadas à Avenida Guaíra no percurso até a Avenida 19 de Dezembro. A implantação do trecho tem custo de R$ 437,6 mil.

Neste mês está prevista a conclusão dos 3,6 quilômetros de extensão da ciclovia da Avenida Gastão Vidigal, na região sul da cidade. A via terá o diferencial de ter espaço reservado aos pedestres, uma reivindicação antiga dos moradores para caminhadas.

Também com pistas bidirecionais no canteiro central da via, a ciclovia na Gastão Vidigal dará continuidade à ciclovia já existente na Avenida Brasil e seguirá até o Anel Viário Prefeito Sincler Sambati, o Contorno Sul de Maringá. A obra tem custo de R$ 1,3 milhão.

O terceiro trecho de ciclovia bidirecional está sendo implantado junto com as obras de duplicação da Avenida Carlos Correia Borges, que estão em andamento no sentido centro-sul da cidade. A extensão da ciclovia é a mesma da avenida, que mede 2,5 km, desde o cruzamento com a Avenida Luiz Teixeira Mendes até o Contorno Sul.

As ciclovias proporcionam a melhoria da fluidez no trânsito, a segurança dos ciclistas e o estímulo de transporte que reduz o consumo de combustível, a poluição sonora e do ar.

A gerente de Projetos da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), Elise Savi, acrescenta que o município licita um plano municipal de mobilidade urbana que trará as diretrizes, objetivos e princípios para ações futuras.

O estudo envolverá desde inventários físicos, dos diversos modais, comportamento da circulação a aspectos socioeconômicos”, explica Elise. O plano está em consonância com a Política Nacional de Mobilidade Urbana que objetiva a integração entre os diferentes modais, a melhoria da acessibilidade e mobilidade de pessoas e cargas nos municípios.
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