Nishimori foi decepção em Brasília e não merece o voto do paranaense



O deputado federal, Luiz Nishimori, que é da região noroeste, teve um desempenho abaixo da média e não apresentou nenhum projeto durante essa legislatura, segundo o site: https://ruralometro.reporterbrasil.org.br/politicos/luiz-nishimori

Com criação desta ferramenta termômetro é possível medir como cada deputado federal atuou em leis importantes para o meio ambiente, em defesa das comunidades indígenas e trabalhadores rurais.

A febre ruralista indica comportamento negativo nessas áreas; para aqueles que defendem o meio ambiente, não é aconselhável votar num deputado federal que traiu os defensores ambiental e indígenas.

Em 2016, Luiz Nishimori, votou na MP da grilagem e foi um dos responsáveis que facilitou a regularização de terras ocupadas e que num futuro, poderá incentivar a grilagem e o desmatamento.

A emenda, que foi votada em junho de 2017, ampliou o desconto para produtores rurais com dividas referentes ao credito rural. Enquanto isso, quem não tem terra para produzir e trabalha no centro urbano, é obrigado a pagar altas taxas de juros que chega ser um abuso. Mas o deputado federal, não se importou em defender a maioria dos brasileiros.

Nesse quesito, a avaliação do parlamentar que foi feita pelo Instituto Socioambiental (ISA) e Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase) foi desfavorável e a proteção ao meio ambiente, prejudicando o futuro de todos os brasileiros.

No mês de maio de 2017, o relatório da comissão mista aprovou e aumentou a área desprotegida do Parque Nacional do Jamanxim e da Floresta Nacional de Itaituba 2 (PA). Novamente, recebeu uma avaliação desfavorável e mostrou que não tem a preocupação em preservar o meio ambiente  (a preocupação do parlamentar é só desmatar).

Em abril do ano passado, foi um dos responsáveis em reduzir os direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. O problema é que todos enfrentam baixos salários e são obrigados a irem para a informalidade para ganharem um pouco acima do teto, com o objetivo de aumentar os ganhos através de bicos.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), órgão que representa os trabalhadores do campo, avaliou como desfavorável a atuação do Nishimori e deu nota zero para o comportamento do deputado maringaense.

Ele defendeu a volta dos trabalhos escravos, quando foi favorável e votou a PL 4302/1998 - A lei que ampliou a terceirização, votada em março de 2017, que tem o objetivo de dificultar o combate ao trabalho escravo no campo.

Outro ponto desfavorável ao deputado federal Luiz Nishimori é a PEC 241/2016 – conhecida como a PEC do Teto de Gastos, aprovada em outubro de 2016, limitou os gastos do governo federal por 20 anos, congelando orçamentos em todas as áreas, incluindo educação e a saúde, que prejudicam os trabalhadores rurais e os brasileiros. A Comissão Pastoral da Terra (CPT) ligada à igreja católica avaliou o voto do parlamentar como negativa.

Em novembro de 2015, a população brasileira sofreu um novo golpe, dessa vez o parlamentar votou para que o repasse dos custos extras que são gerados, quando as hidrelétricas não conseguem entregar a energia prometida, que aumentou a conta de luz para trabalhadores urbanos e rurais. Isso é uma vergonha.

No mês de agosto de 2015, o Conselho Indigenista Missionário(CIMI) ligado à igreja católica é surpreendido novamente pela aprovação da PL 1057/2007. O projeto aprovado, trata-se uma medida para combater práticas tradicionais nocivas em sociedades indígenas, como o infanticídio, mas é criticado por entidades do setor por potencializar o preconceito dos primeiros habitantes do brasil.

Esse sujeito deveria ser expulso do país e não disputar novamente uma eleição para deputado federal. O problema é que ele agiu contra a cidadania do povo brasileiro e ninguém diz nada.

Em vez de facilitar o acesso de todos para a pensão por morte junto ao INSS, que tem um impacto em toda a sociedade, tanto os trabalhadores rurais como os urbanos.

Ele foi um dos responsáveis pela MPV 665/2014, a medida provisória, que foi aprovada em maio de 2015, que dificultou o acesso ao seguro-desemprego e retirou os benefício dos trabalhadores rurais que trabalham por safra.

O pior é que durante essa legislatura, o deputado federal, Luiz Nishimori, não apresentou nenhum projeto e só atuou para prejudicar os trabalhadores e as comunidades tradicionais indígenas.


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