Dono da Havan proibido de fazer campanha para Bolsonaro



Luciano Hang, dono Havan, tentou coagir os funcionários de sua rede de lojas e impor uma conduta ameaçadora e que acabou culminando em assédio moral e a pratica foi comparada ao voto de cabresto, pratica utilizada por coronéis. Foi o que considerou o Juiz do trabalho em Santa Catarina.

O despacho desta quarta-feira(3) que o empresário deixe de realizar atos direcionados a seus empregados em apoio ao presidenciável do PSL e a qualquer outro candidato
.
Segundo o juiz do Trabalho Carlos Alberto Pereira de Castro, o empresário manteve uma “conduta flagrantemente amedrontadora” ao divulgar vídeos e organizar eventos com funcionários em que declara seu voto no candidato do PSL, e deixa claro que, caso ele não ganhe, o futuro da Havan e de seus empregados estará em risco.

O magistrado compara a prática ao “voto de cabresto”, e diz que, em função da relação de subordinação dos empregados e da sugestão de risco aos seus empregos, Hang se imiscuiu na esfera de privacidade e intimidade dos funcionários e fez “ameaças veladas”.

A decisão atende a um pedido do Ministério Público do Trabalho, que informou ter recebido 47 denúncias de empregados que se disseram constrangidos pelo patrão.

Além de divulgar vídeos em suas redes sociais, Hang promoveu pelo menos dois “atos cívicos” nas dependências de lojas da Havan, que emprega cerca de 15 mil pessoas em todo o país.

Share on Google Plus

About Agência de Noticia News

This is a short description in the author block about the author. You edit it by entering text in the "Biographical Info" field in the user admin panel.

0 comentários :

Postar um comentário