Infidelidade partidária no Partido Verde


Tentando se eleger a qualquer custo, Leandro Bravin(PV) e Belino Bravin(PP) filho e pai, passam por cima de acordo que foi aprovado numa resolução divulgada pelo Partido Verde em Curitiba em não apoiar e nem fazer dobradas com candidatos de outros partidos.

Naquela reunião, foi aprovado que as dobradas entres os federais e estaduais seriam dentro da sigla e que fora dela, não seriam aceitas e portanto, é ilegal.

Naquele mesmo dia, o presidente do Partido Verde, Francisco Caetano Martin, havia dito que quem fosse infiel e que estivesse ocupando cargo que pertenciam a sigla verde, seriam expulsos da agremiação após o pleito e teriam que entregar o cargo.

Em Maringá, o presidente da provisória, Ederlei Alkamin, que tem o término após o pleito, está apoiando um deputado estadual que não é do PV e a pratica já está deixando os candidatos do partido revoltados com a traição; em breve publicarei o nome do deputado que tem o apoio do digníssimo secretário do meio ambiente e presidente do Partido Verde.


Sentindo que após o pleito a direção dos verdes deve mudar na cidade, o presidente do PV entrou com ação na justiça exigindo o mandato do vereador Homero Marchese(PROS) pelo fato do parlamentar que se elegeu pela sigla ter mudado de partido para disputar a eleição para deputado estadual.

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