Maringá – Casa de Passagem do Índio foi denunciada no Ministério Publico

segunda-feira, 5 de março de 2018


A casa de passagem do índio em Maringá, que foi inaugurada com festa e pompa, trazendo popularidade para o prefeito Ulisses Maia(PDT) e que prometia cuidar dos povos indígenas que sempre visitam Maringá, para vender os artesanatos produzidos nas aldeias.

A ideia do chefe do executivo, era o de tirar o índio da rua e resgatar a dignidade do indivíduo, dando apoio na busca do seu sustento, com a venda dos artesanatos produzidos. 

No final do ano passado, a casa foi fechada e não recebeu os indígenas, por conta de uma reforma, já que estava funcionando num colégio da zona rural e as instalações precisavam passar por uma reforma para atender bem os indígenas.
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É comum encontrar índios que migram de outras regiões do
estado em Maringá
.
Os índios que permanecerão na cidade, ficaram jogados nas ruas e voltarão a ocupar a rodoviária de Maringá, durante as festividades natalinas, sem o apoio dos órgãos públicos.

Com a reforma do local os índios voltarão para as ruas e na maioria dos semáforos, as crianças estão pedindo moedas pelos quatros cantos da cidade canção.

Acredito que a prefeitura municipal deveria manter na casa de apoio uma equipe de professores para dar continuidade a alfabetização dessas crianças, quando elas saem da aldeia com seus pais, deixam de estudar.

ORIGEM

O que originou a reforma da escola rural foi uma denúncia que está sendo investigada pelo Ministério Público do Paraná.

Segundo informação, os indígenas foram jogados dentro de um antigo colégio e a Secretária de Assistência Social estão mandando alimentos com prazo de validade vencidas, onde poderão causar doenças irreparáveis aos indígenas.

O local não é seguro e higiênico. Botijão de gás, com o fogão ao lado, onde crianças e adultos dormem e que a qualquer momento pode explodir, matando crianças e adultos.

Pelas informações não foi feita a vistoria do bombeiro e nem teve acompanhamento de um órgão público que pudesse fiscalizar e garantir a segurança dos indígenas.

O local, parece que foi idealizado para esconder a pobreza e os índios que vem a Maringá constantemente, para vender artesanato e que, acaba colocando as crianças em situação de risco para pedir moedas nos semáforos da cidade.

A informação é que quem manda os alimentos para a casa do índio é o Guilherme Mariuci, filho de um vereador e que atualmente está lotado na SASC e tudo é supervisionado pela secretária Marta Kaiser, que comanda o setor e ao que parece deve odiar o índio.


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