Maringá - Rodoviária de Maringá continua sem atenção por parte do executivo

Á rodoviária não foi privilegiada nesse primeiro ano de administração. 
Antes de ser empossado como prefeito de Maringá, Ulisses Maia(PDT)dizia para quem desejasse ouvir que a revitalização da rodoviária era necessária e que seria tratada como prioritaria em sua administração.

Após um ano de sua posse, o local permanece da mesma maneira, sem atenção de sua equipe de governo.

Os problemas de infraestrutura são os mesmos, não permitindo que os sanitários funcionem de forma adequada e quem chega a Maringá, após uma viagem longa e que faz baldeação para outras cidades, chega a ficar até 12 horas sem direito de tomar um banho, pra relaxar o corpo e seguir viagem para o seu destino.

Quem viaja com crianças pequenas e que é preciso usar um fraudario, também sofre com o descaso de uma administração que não prioriza o bem estar das pessoas que é obrigada a usar a rodoviária e são obrigadas a trocar as fraldas das crianças em qualquer lugar, contaminado um espaço  que é usado por todos.

Outro ponto é o monopólio das duas lanchonetes que estão dentro da rodoviária, onde os produtos vendidos são mais caros do que qualquer aeroporto espalhados pelo Brasil e que pertence a mesma pessoa.

Ao pesquisar no Google sobre os preços cobrados a reclamação e geral, mas parece que as autoridades não veem esse tipo de coisa e continuam fazendo vistas grossas.
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