Policial queima R$ 30 mil em fogueira e alega: 'Dinheiro ilícito'

Um investigador de polícia de 42 anos foi preso na noite de segunda-feira (28) enquanto queimava dinheiro vivo em uma fogueira acesa em praça do bairro Flomar, na região Norte de Belo Horizonte. 

Segundo o jornal O Tempo, o oficial aparentava surto psicológico e disse que tomou a atitude porque o dinheiro era fruto de corrupção. "Dinheiro sujo, ilícito", argumentou.

Quando a polícia chegou ao local, o homem já estava há 20 minutos queimando notas de R$ 100 e R$ 50 que, de acordo com a PM, somariam aproximadamente R$ 30 mil.
"Os nossos vigias chegaram para conversar com ele, mas ele disse que não queria ajuda, mas achamos melhor acionar a polícia. Ele só falava que foi Jesus quem mandou ele fazer aquilo", contou a O Tempo o segurança Diego Vinícius, funcionário de uma instituição localizada em frente à praça utilizada para a fogueira.
A Polícia Civil levou o investigador ao hospital psiquiátrico Galba Velloso e afirmou que o caso corre na 3ª Delegacia de Venda Nova - queimar dinheiro constitui crime passível de até três anos de prisão.
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