Doutor Camargo - Nova versão sobre agressão a menor em escola

segunda-feira, 10 de abril de 2017
No domingo, apareceu mais uma versão sobre o caso da adolescente que foi agredida covardemente por outras alunas e o diretor, para não ter problema, sugeriu a mudança de escola de Doutor Camargo para Ivatuba.

Sabedora de seus direitos defendeu a permanência da filha na escola onde estuda, segundo ela, “é aqui que moramos e os nossos impostos são recolhidos, portanto não faz sentido mudar de escola e de cidade, só porque a direção não esta apta a administrar problemas que envolvem os alunos”.

De acordo com uma fonte que se identificou como funcionária do Escola Estadual Regente Feijó, mas que não autorizou a veiculação de seu nome, local onde aconteceu o ocorrido, disse que o não foi como Dulcineia Paganini, mãe da menor, declarou “ não tenho interesse em esconder nada e a verdade sempre tem que aparecer, houve uma agressão física seguida de danos matérias ao patrimônio publico.”

Segundo informação a irmã da menor, invadiu a escola durante o intervalo e agrediu uma criança, que não é a menor em questão e até chegou a quebrar um vidro da escola.

Porque os responsáveis pelo estabelecimento e que entre suas funções é zelar pela integridade física dos alunos não acionou a policia militar para conter o animo que foi instalado naquela escola e que acabou em agressão e com danos ao patrimônio publico; quem vai pagar pelo que foi quebrado?

Quando foi questionada sobre as provas, tipo filmagem e até mesmo fotografia que pudesse ter documentado o fato, já que a escola é monitorada por câmeras, inclusive nas salas de aulas.

De forma indelicada disse que, “não permito que inclua o meu nome e nem que faça um texto sem antes de averiguar os fatos”.

Quanto a procurar a direção, até seria salutar para ouvir o outro lado, mas já que foi feita uma denuncia no Ministério Publico Estadual e acredito que nessa semana, a mãe da menor deve bater nas portas do Núcleo de Educação em Maringá, o normal é esperar que as partes sejam ouvidas e dessa forma fazer um único material, colocando o que foi dito nos órgãos competentes.

Quanto ao diretor da escola estadual se não concordar com o que foi publicado, o espaço esta aberto, conforme regra do jornalismo, desde que tenha interesse em mostrar o seu ponto de vista.


A suposta funcionária chegou a questionar os ânimos exaltados das pessoas e que poderia se voltar contra o editor em caso de uma noticia falsa, querendo dizer que a menor não foi agredida.

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