Doutor Camargo - Moradora procura Ministério Publico do Paraná para denunciar agressão a sua filha

Dulcineia Paganini, que teve a filha 
humilhada.
Na terça-feira da semana passada, 28, no período da tarde, na Escola Estadual Regente Feijó, que fica localizado ao lado da prefeitura municipal de Doutor Camargo. Uma adolescente de 11 anos foi vitima de chacota e humilhação por outros alunos e a professora e nem a direção da esola tomaram providencias. 

Palavras de baixo calão é comum, o objetivo dos agressores é o de ofende-la e diminuir perante os outros alunos do colégio. 

Os palavrões foram os mais variados e mosquitinho da dengue foi o mais leve.

Por ela ser uma adolescente franzina acharam graça em ofende-la com mais esse apelido e sem dizer nos chutes e ponta-pés.

Os alunos que praticavam a ofensa moral contra a adolescente, não respeitavam nem a educadora  e que tinha a obrigação de intervir e não permitir tal ofensa na sua frente, "a obrigação era zelar pela integridade de minha filha enquanto estava assistindo a sua aula" - aponta a mãe, dulcineia da Silva Paganini.

Nos dias 29 e 30 no mês passado, a adolescente foi agredida e humilhada dentro da própria sala de aula.Ao serem procurada pela mãe da menina, a direção da escola, disseram que não tinham as imagens do ocorrido, sendo que a sala é toda monitorada com câmaras. 

Segundo a mãe a filha de 11 anos, foi humilhada, chutada por outros alunos que xingaram de tudo quanto é nome e desafiavam em alto bom tom, " Carol, cade sua mãe e sua irmã para te defender agora?"

Quando a adolescente retornou para residencia, a adolescente chorando não quis mais voltar a sala de aula. 

A mãe, ao ser informado ao diretor da instituição que o Conselho Tutelar seria procurado, ele disse que, " aqui quem manda sou eu e não tem conselheiro, promotor e nem juiz para entrar na minha escola e dar ordem."

A atitude do diretor só mostra um total descaso com os representantes que foram constituídos para cuidar e zelar dos direitos da criança e do adolescente.

 Os conselheiros estiveram na residencia de Dulcineia Paganini para se informar do ocorrido e com a finalidade de aconselhar a adolescente não desistir de frequentar as aulas, mas sem sucesso. 

Resumindo, a adolescente com apenas 1 anos, esta traumatizada e não quer retornar as aulas e a mãe, no desespero procuro o Ministério Publico para serem tomadas as devidas providencias.
  
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