Comissão aprova possível local para construção do centro de convenções

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A comissão que estuda a implantação do centro de convenções de Maringá se reuniu nesta terça, 14, e aprovou um terreno de cerca de 50 mil metros quadrados do município, na avenida Nildo Ribeiro, próximo ao Conjunto Borba Gato, como possível local para construção do centro. Está pré-agendada para esta sexta, 17, a visita técnica ao terreno.

A reunião contou com a participação do vereador Jean Marques, do secretário de Planejamento e Urbanismo, Celso Saito, do secretário de Fazenda, Orlando Chiqueto, e do presidente do Conselho Diretor do Maringá Convention & Visitors Bureau, Dirceu Luis Gambini, e de outros membros de instituições envolvidas.

O secretário de Planejamento e Urbanismo, Celso Saito, explicou que o município não tem uma abundância de terrenos e que o local escolhido é estratégico. “Este terreno é próximo do Parque do Japão, é rota para o aeroporto e tem toda uma infraestrutura pronta. Para não ocorrer problemas como o terminal intermodal, deverá ser dada atenção especial à sondagem do solo”, afirmou.

O centro de convenções é uma reivindicação de mais de oito anos de instituições ligadas ao turismo e o setor de negócios no município, entre elas, o Maringá Convention & Visitors Bureau e o Sebrae que desenvolveram ao longo desse período, diversos estudos sobre a viabilização do centro na cidade.

A superintendente executiva do Convention, Yara Linschoten, explicou que a ideia inicial é construir um centro com auditório com capacidade de 1,5 mil lugares, três salas de apoio, espaço para exposições e estacionamento.

No início deste ano, o prefeito Ulisses Maia nomeou a comissão para a viabilidade do centro de convenções que é formada por representantes da Secretaria de Planejamento e Urbanismo, Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Codem, Acim e Maringá Convention & Visitors Bureau.

O secretário de Fazenda, Orlando Chiqueto, lembrou que a comissão deve levar em consideração o projeto como um todo com a concepção, construção e gestão. “Antes de construirmos o centro já devemos pensar como será sua gestão que poderá ser feita pela iniciativa privada e de forma menos onerosa para o município”, explicou.



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