Doutor Camargo – Professora foi injustiçada por denuncia que chegou ao Blog do Take


Nesta semana o Blog do Take veiculou matéria aonde relatava o problema que segundo algumas pessoas,  Fatima Bortolucci, cunhada do prefeito Sérgio Borges havia criado para assumir uma vaga, numa das escola do município.

Após a veiculação da matéria, o Blog do Take, não parou e resolveu ouvir ex-alunos, amigos de trabalhos e pais de alunos atendidos pela profissional para conhecer a qualificação da professora e que foi injustiçada. 

Tentando corrigir o equivoco, nesse espaço, a matéria de hoje traz um relato das qualificações da profissional em paixão e de forma imparcial. Se ouve um erro, cabe a editoria primar pelo bom censo e corrigir.

Fatima Bortulucci, é uma profissional comprometida com a educação, uma verdadeira vocacionada pelo magistério. 

Segundo algumas pessoas, ela é uma das profissionais mais dinâmicas e sempre se envolve nas promoções e eventos para auxiliar no caixa da instituição na qual exerce suas atividades profissionais e  tem se destacado dentre as demais profissionais, não desmerecendo o trabalho das demais.

Disciplinadora e rígida procura sempre zelar com profissionalismo e com dedicação aos cargos ocupados. Na escola Tancredo Neves, no Jardim América, ocupou a direção por longos anos.  Na instituição Padre Mateus, foi supervisora. Após os anos de trabalho duro chegou a aposentadoria em 2013.

Como uma educadora incansável e acreditando que poderia contribuir mais com a educação, Fatima Bortulucci, após um ano, resolveu voltar a ativa prestando um novo concurso e voltou a lecionar.

 Era o combustível que precisava para continuar a contribuir com o futuro do povo de Doutor Camargo e mostrar o seu comprometimento com a educação.

  Ao ouvir a secretária de educação, Cristiane Aparecida de Grande Silva, que é educadora também, ressaltou o trabalho da cunhada do prefeito e que, “ela é uma profissional competente, com formação qualificada, com duas pós e que foi vitima de uma armação de pessoas que não querem o bem dos alunos camarguenses e que só desejam conturbar e desestabilizar a profissional.”

De acordo com Cristiane Aparecida de Grande Silva, a troca de sala de aula que foi abortada, foi um acordo entre as duas professoras e obedeceu ao procedimento normal e não foi da forma que foi veicula, com brigas e descontentamento entre duas profissionais.




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